Hoje caminhei!
Já não caminhava há mais de uma semana e a verdade é que, apesar de ser muito preguiçosa, adoro caminhar.
Esticar as penas, uma à frente da outra.
Tentar manter as costas direitas!
Manter o equilíbrio do corpo (porque é que sinto sempre que vou tombar para os lados?).
Tentar controlar a forma saltitante com que caminho.
Descobrir o que fazer com a mão direita que vai livre (dentro do bolso? agarrar a carteira? fumar um cigarro? pôr o cabelo atrás da orelha? coçar a ponta do nariz? balançar livre?).
Pousar cada pé bem assente para não torcer nada (maldita calçada!)...
E depois... não há nada melhor do que uma caminhada para me pôr a pensar em 500 mil coisas diferentes.
Hoje lembrei-me das minha amigas da escola secundária. Já quase todas elas são mães.
E eu...
Eu não percebo... Não percebo... Já matuto nisto há muito tempo... Mas não percebo! Não percebo... Não percebo... Não percebo... Não percebo... Não percebo... Não percebo... Não percebo... Não percebo... Não percebo...
Já não caminhava há mais de uma semana e a verdade é que, apesar de ser muito preguiçosa, adoro caminhar.
Esticar as penas, uma à frente da outra.
Tentar manter as costas direitas!
Manter o equilíbrio do corpo (porque é que sinto sempre que vou tombar para os lados?).
Tentar controlar a forma saltitante com que caminho.
Descobrir o que fazer com a mão direita que vai livre (dentro do bolso? agarrar a carteira? fumar um cigarro? pôr o cabelo atrás da orelha? coçar a ponta do nariz? balançar livre?).
Pousar cada pé bem assente para não torcer nada (maldita calçada!)...
E depois... não há nada melhor do que uma caminhada para me pôr a pensar em 500 mil coisas diferentes.
Hoje lembrei-me das minha amigas da escola secundária. Já quase todas elas são mães.
E eu...
Eu não percebo... Não percebo... Já matuto nisto há muito tempo... Mas não percebo! Não percebo... Não percebo... Não percebo... Não percebo... Não percebo... Não percebo... Não percebo... Não percebo... Não percebo...



