Concorrência?

De marketing e publicidade e coisas relacionadas percebo zero!

Mas julgo que não é necessário ser especialista na matéria para perceber que não é com esta "escanzelada":


que se faz verdadeira concorrência à Sr.ª Dona Cláudia Vieira (sim, que ela é uma mulher casada, é preciso ter respeitinho...):


, pois não?

É que de cada vez que passo pela Irina Sheik da Intimissimi na rua penso "pfff... coitada... ainda tinha de comer muita sopinha!"

;p


Imagens daqui.

Pronto. Não aguento mais. Tenho de escrever sobre isto.

No início até tinha alguma solidariedade com os professores e pensava que de facto eles teriam alguma razão: que o modelo de avaliação proposto não era adequado e tal...
Claro que achava exagerado o protagonismo de alguns líderes sindicais e a teimosia de outros, mas até compreendia que lutassem até ao fim contra aquilo que consideravam ser adequado a conduzir ao descrédito da sua classe profissional.

Depois comecei a ouvir as queixas de alguns professores que se referiam à falta de tempo que ia resultar do modelo de avaliação aprovado... e aí... Alto lá e pára o baile!

Na minha cidade, é incontável o número de professores de escolas públicas que têm tempo para dar várias (várias mesmo!) horas de explicações privadas por semana (sem qualquer declaração desta actividade, claro está...)!
Além disto, toda a gente sabe que os professores do colégio privado que fica no centro da cidade são todos simultaneamente professores das escolas públicas! E depois dizem que não têm tempo?
Compreendo... Não têm tempo para se dedicar ao que devia ser prioritário: o ensino público através do qual auferem uma retribuição custeada por todos os cidadãos portugueses!

Com isto, a minha posição deixou de ser tão favorável aos professores...
Mas ontem eles lixaram tudo.

Ainda tenho de procurar nas notícias a confirmação do que ouvi ontem no Jornal da 2, mas se for verdade...

Então os gajos andam desde o início a dizer que não são contra a avaliação, são contra este particular modelo de avaliação e depois afinal a proposta apresentada pelos sindicatos é de que a avaliação seja feita por cada professor individualmente a si próprio?!
Perdi-me. Qual é a diferença entre isto e a não existência de avaliação? Então afinal são ou não são contra a avaliação?


Comecei a pensar na proposta deles... E se calhar até é boa ideia! Vamos alargar isso a outras actividades! Por exemplo: os magistrados!
Vamos acabar com os inspectores e vamos pôr cada magistrado a reflectir sobre o seu próprio trabalho e auto-avaliar-se! Que dizem? Já estou mesmo a vê-los, fechados nos seus gabinetes que cheiram a pó, com a luz do candeeiro e a secretária cheia de processos, de olhos fechados a reflectir profundamente e a fazer uma balanço da sua actividade naquele ano... O país só ficava a ganhar, não era?


Enfim...



Adenda (13/12/08, 15.45h): Uma das notícias que refere a tal proposta encontra-se aqui.

Comékié??

Não é novidade para ninguém que este blog tem sitemeter (até porque está bem visível).

Quem por aqui passa com alguma frequência já reparou também que nunca faço posts sobre sexo nem nada que se assemelhe (em primeiro lugar porque acho que esse assunto apenas a cada um diz respeito e em segundo lugar porque acredito que somente um número muito limitado de pessoas, do qual eu não faço parte, tem a capacidade de escrever sobre esse assunto sem cair na vulgaridade ou, por outras palavras, sem ser "reles").


Não pôde senão ser com o maior espanto (e com uma grande gargalhada acompanhada pela minha namorada e um amigo que estavam comigo nesse momento) que hoje encontrei no sitemeter o seguinte:



Comékié mesmo??
O que é que o senhor(a) procurava??

lol

Proposta:

qualquer blog cujo possuidor não saiba a distinção entre à e nem seja capaz de diferenciar o uso de um e/ou de outro, deve ser encerrado e o respectivo responsável proibido de voltar a escrever e publicar nos próximos 20 anos.

Perdoa-lhes, mãe, pois não sabem o que fazem...

Lembram-se de ter referido aqui umas "meninas" que me lixaram a vida, agravando e dificultando substancialmente a realização do meu trabalho e objectivos, apenas porque lhes custava muito levantar cedo e fazer sacrifícios físicos para atingir um objectivo profissional que ao longo das suas vidas lhes vai constantemente exigir que se levantem cedo ou que passem noites sem dormir?

Afinal está já tudo explicado!

Agora percebo e perdoo-as. Coitadas... Não têm culpa, não é?
Cada um é como é, temos de aceitar as diferenças e limitações de cada indivíduo e seria injusto ser muito exigente com as "meninas"...

Afinal... elas são militantes do CDS-PP!

Intervalos do estudo...

Já tinha lido aqui acerca dos dois novos partidos aprovados pelo T. C.

Em relação ao Movimento Esperança Portugal ainda não tive tempo para me informar em profundidade mas só o nome já diz muito (ou mesmo tudo)...
Li as ideias expostas relativamente à área da justiça e a conclusão é: escrevem muito mas não dizem nada (tem muitas letras na exposição de ideias mas no final, bem espremidinho, não fica conteúdo algum). Além disso não dizem nada de novo e o que defendem é o que já vem sendo feito há alguns anos...
(E agora aqui entre nós que ninguém nos lê... É pá... a Laurinda Alves? Por amor de deus... Será preciso escrever mais alguma coisa?)

Já quanto ao Movimento Mérito e Sociedade, fiquei algo entusiasmada com o que ontem li no Mundo Universitário desta semana.
Na página 4 encontra-se uma entrevista a Eduardo Correia e uma coluna "Ponto por Ponto" através da qual fiquei a saber a posição daquele senhor em relação a temas "fracturantes" (agora passo a vida a usar esta palavra no gozo...):

Aborto: "(...) Sou a favor da despenalização do aborto."

Casamento e adopção homossexual (o que quer isto dizer? alguém me explica?): "(...) Devemos ter o direito de casar e viver com quem muito bem entendermos. (...) Na adopção o que importa é a criança ter carinho. Se é criada por um homem, uma mulher, dois homens, duas mulheres, uma avó, por amor de Deus... Temos de parar de catalogar as pessoas dessa forma. (...)"

Drogas: "(...) sou contra a liberalização da venda de droga, mas não o consumo. (...)"

Referendos: "(...) Só utilizam o referendo em matérias em que não se querem comprometer, por medo de perder votos. (...)"


Fiquei entusiasmada com o que li! Cheguei a casa e lá fui espreitar o site deles. Como dizia pouco, fui ler o Manifesto.

Comecei logo a ter comichão!!
Chiça!!
Vade retro seu liberal camuflado!! (se calhar não tão camuflado quanto isso, eu é que estava desatenta)

Concluindo: dois partidos novos mas, definitivamente, nada de novo.

Coisas que se aprende com a experiência

Não há nada mais estúpido do que o preconceito por homossexuais em relação a outros homossexuais.

É só para quem merece

Na semana passada vivi uma das experiências mais frustrantes que se pode ter: uma Exma. Sr.ª Doutora passou meia hora a falar sobre um assunto e eu perdi-me logo nos primeiros 5 minutos. Não desisti e até ao fim estive muito atenta a tentar perceber que raio de contrato mais marado era aquele que ela apresentava. Meia hora sem perceber. Ainda por cima sem ter coragem para perguntar (apesar de ter a certeza absoluta que 70% das pessoas à minha volta também não estava a acompanhar...)

Uma pessoa normal, nesta situação, iria para casa e teria de se debruçar sobre o assunto, estudar um pouco, ver várias hipóteses práticas...

Só que esta Gayja é uma sortuda (e de normal tem muito pouco)!
Teve o privilégio de ter a cunhada, no tempo de um cigarro no intervalo, a explicar todo o regime, esclarecer dúvidas e ainda dar 2 ou 3 exemplos práticos!

Isto não é para quem quer... é para quem merece! ;)

Está a chegar

o natal e com ele o dispêndio estúpido de dinheiro em coisas que não interessam para nada!
Por isso, depois de sugestão da minha namorada, lembrei-me de colocar aqui uma ideia para um presente útil:



"Entende a autora que, «mais importante do que ensinar-lhes que somos todos iguais, é ensinar-lhes que somos todos diferentes e só temos a ganhar com isso. São as diferenças que nos distinguem uns dos outros, e que nos ensinam que o outro não é melhor ou pior que eu, só diferente, e isso é bom».

«Ensinar estes valores do amor, da verdade, da segurança ou da diferença, deve ser feito quando eles são crianças, pois é nessa altura que para eles ser branco, preto, amarelo ou vermelho não faz, na verdade, diferença nenhuma, desde que sejam amados como têm o direito de o ser», acrescentou."

Eu quero o meu Domingo de volta...

Malditos fins-de-semana prolongados que não fazem diferença nenhuma para quem tem de trabalhar, só servem para baralhar o ritmo biológico e retiram-me a minha tão típica (e saudável) depressão domingueira!!

Por causa desta perda de ritmo, ontem esqueci-me de escrever aqui que, como já tinha acontecido antes (aqui e aqui), a minha namorada voltou a acordar e dizer para eu desligar a televisão (sendo que o som provinha da aparelhagem e não temos televisão no quarto)...
Será que estou a detectar algum estranho padrão de comportamento domingueiro? ;p

Secularismo

Estava a preparar-me para escrever um post a propósito da oposição expressada pelo Vaticano à proposta francesa de despenalização da homossexualidade em diversos países e estava a tentar escolher as palavras cuidadosamente para não faltar ao respeito à Igreja Católica (com a qual não tenho qualquer tipo de relação mas à qual aplico o mesmo princípio básico de respeito que aplico a qualquer religião).



Contudo, lembrei-me que o Vaticano não é apenas o reflexo de uma instituição religiosa.
É, principalmente, um Estado.
Se fosse um país qualquer a declarar a sua oposição à proposta francesa eu não teria qualquer pudor em lhe dirigir palavras pouco simpáticas.
Ora se o Vaticano, quando profere estas declarações, vem interferir em questões de política criminal (campo de intervenção estadual) actua na sua veste de Estado pelo que inexiste qualquer justificação para ataques ou críticas contidas.

Assim sendo, para o Vaticano:


Ide-vos foder!






PS: e já repararam que a notícia fala em "opção sexual"? Ainda temos muito caminho para andar...






Two hearts are beating, together.

I’m in love, I’m in love.
Is this forever, and ever?
I’m in love, I’m in love




Dinheiro não traz nem felicidade nem outras coisas...

Ontem era um dia especial e o casalinho da casa, como adora ter pretextos para se tratar bem, foi jantar a um restaurante que já queria experimentar há algum tempo mas cujos preços eram pouco convidativos.

Na véspera, depois de ter escolhido o restaurante, questionamo-nos se havíamos de reservar mesa. "Bem, como é um espaço mais caro, se calhar não é necessário reserva porque não deve ter muita gente...", pensei eu. "Afinal, o país está em crise, o jantar não deve ficar por menos de 45€ por pessoa e não haverá muita gente a celebrar qualquer coisa especial nesse dia."Vou ligar para fazer reserva", disse ela. E assim foi.

O grande choque ocorreu quando lá chegamos. Mesas livres? Só a que nos esperava! (Eu sou tão ingénua... Ainda acredito que a crise afecta as classes altas... nunca mais aprendo...)
Adorei o jantar (principalmente a companhia)!

A comida era divinal.
O serviço era excelente.
O espaço era muito agradável.
A clientela era do mais reles que possam imaginar.

Desde miúda que tenho a sorte de os meu pais, de vez em quando, me levarem a jantar a sítios onde, se dependesse da minha carteira, não iria. Habituei-me a encontrar nesses espaços pessoas com um certo tipo de comportamento. Se calhar é um preconceito que fui desenvolvendo, mas o que verifico é que nesses sítios as pessoas têm mais cuidado com a educação, boas maneiras e delicadeza.
Ontem, se avaliasse pelas pessoas que me rodeavam, pensaria estar a jantar no Piolho (sem qualquer desmérito para este que frequento há alguns anos).

Na mesa que estava no canto, uma senhora comia com a mão esquerda no colo, o tronco todo inclinado para cima do prato e com o garfo na mão direita, que quase não precisava levantar para chegar à boca por esta estar a poucos centímetros do prato. (blhérk!)
Ao nosso lado, um senhor tirava comida do prato dele para pôr no prato da senhora que jantava com ele, ela tinha o elástico do cabelo pousado em cima da mesa, usava a mão direita para abanar no ar o garfo com uma batata espetada na ponta enquanto falava e nunca se ouviu um "obrigado" para quem os servia. (medonho!)
Atrás de nós, uma senhora soltava gargalhadas com um volume tão alto que nem a mesa "lá do fundo" escapava de as ouvir. (assustador!)


Já tive algumas discussões por causa deste assunto.
Ok, é claro que eu não sou o "topo" das boas maneiras à mesa. Por vezes também cometo um ou outro erro (principalmente quando não estou à vontade), mas são menores! São erros que podem "escapar" e não aquele tipo de erros que demonstram uma lacuna muito profunda na educação ou desenvolvimento de boas maneiras (porque mesmo quem não aprende em casa pode aprender por si mais tarde).

Lição de ontem à noite: dinheiro até pode não trazer felicidade mas o que não traz de certeza é boa educação.

No dia seguinte:


- E então, achas que é difícil manter uma relação?


- Não! Não tem nada de difícil.

- Não?!

- Poderá dar algum trabalho, mas difícil não é.

- Não digas uma coisa dessas que alguém pode ouvir-te!! São anos e anos de cliché que vão pelo cano abaixo! E os clichés e a morte são as únicas certezas desta vida!

- (riso)

- Sim, podes fazer um post com isto...

- (gargalhada)
- Não queria que a minha mãe se apercebesse que eu saí... Senão vou ter de lhe dizer: fui para a rambóia comemorar um ano de namoro com a "namorada da Gayja".

- Não, diz antes à tua mãe: fui comemorar um ano de rambóia com a "namorada da Gayja".
Namú!! Olha, olha!!
As meninas hoje fazem um ano de namoro
(oficial)!!


hihihi


*ama.se.te* (mais e mais e mais e mais...)

Às vezes também me canso de ser teimosa


Eu com um daqueles ataques de entusiasmo típicos de quando julgo ter "descoberto a pólvora" e convicta que desta vez ia convencê-la:

- Amor! Sabes uma coisa? Acho que não é preciso pôr água! Sabes porquê? Porque isto quando...

- Não.

- Ah... Ok...

- (com um grande sorriso) You are easy to be around...


Dia-a-dia

Todos os dias, um gesto muito simples e banal transforma-se num momento de pura agonia.

Tudo começa com: pousar uma folha, pegar numa Bic cristal de tinta preta e escrever a data no canto superior direito da página.
No preciso momento em que escrevo o dia sinto uma explosão dentro da minha cabeça, sou transportada para uma sala sem janelas e sem luz, começo a ver calendários com os dias todos riscados no meio de "calhamaços" e mais "calhamaços", sinto um aperto no peito, o medo começa a percorrer as minhas veias, os músculos contraem-se e começo a "entrar em parafuso"!

Felizmente é de curta duração... Não há tempo a perder com stresses...












ǝʇ˙oɯɐ



Gayja:

cansada, implicativa, com alterações de humor, cheia de "garra", com falta de ânimo, num dia a achar-se a maior, no dia seguinte a achar-se o maior pedaço de m3rd@, cheia de sono, sem conseguir dormir, com peso na consciência, com vontade de apanhar sol...

Estranha.







PS: a Orquídea desafiou-me mas não quero que ninguém apanhe uma depressão por vir aqui portanto não posso colocar neste blog uma frase do livro que tenho aqui à minha beira. :p