Estão por toda a parte

Uma mulher entra no corredor das bolachas. Nós estamos do outro lado, a ver a fruta enlatada. Apenas me chama a atenção porque leva um cesto de compras com rodas que faz barulho ao ser arrastado.
Ela é alta, magra, com cabelo pelos ombros e veste calças de ganga e um blusão verde claro.


Pi - pi - pi - pi - pi - pi - pi - pi - pi - pi - pi


Uma outra mulher atravessa ao fundo do corredor e também leva um cesto com rodas. Um pouco mais baixa que a anterior, cabelo aloirado pelos ombros, calças de ganga e um casaco cinzento.

Pi - pi - pi - pi -pi - pi - pi - pi - pi - pi - pi


(«Fogo... Devo ter a mania que todas as mulheres são lésbicas... Tenho de me deixar disto...»)

A segunda mulher volta para trás e vai ter com a primeira.

PI - PI - PI - PI - PI - PI - PI - PI - PI - PI

A minha namorada levanta os olhos da fruta enlatada e quando começa a empurrar o carrinho vê as duas mulheres ao fundo do corredor e comenta «Estás a ouvir um apito? O meu está a apitar.» «Sim, o meu está aqui quase a rebentar.»

E ainda há quem diga que o gaydar é um mito?

Coisas que se apanha na blogosfera

É Sábado e eu não tenho nada a dizer (excepto, talvez, que o regime do sinal no contrato-promessa é uma valente seca... mas isso é conversa para outra altura) portanto vou aproveitar para fazer um daqueles posts esquisitos sobre "prémios" que se distribuem por aí na blogosfera.

A Estrelaminha atribuiu-me o prémio "Este blog é mágico". Obrigada. :)

É uma cena bem ao meu estilo porque não tem regras. Atribui-se e pronto!

Assim sendo, cá vai o meu para a Orquídea e o seu blog "Nascidos do Mar".
Porquê? Ora, a vantagem de não ter regras é que não tenho de explicar nada! Hahahaha! ;)

Bom fim-de-semana prolongado (para quem o pode aproveitar...)!!

Abençoada

crise financeira!!

Graças a ela, este ano as minhas queixas típicas da época de natal vão ser diferentes!!

Este ano não vou ficar farta e passar a vida a queixar-me dos anúncios de brinquedos!!

Este ano o que eu já não posso ver são os anúncios a Bancos!!

Weeeeeee!!


:P

Campanha contra a Violência no Namoro



Pena que uma campanha tão boa tenha "esquecido" que nem todos os namoros são entre um rapaz e uma rapariga e que esses outros namoros também estão sujeitos aos mesmos perigos...

É que neste cartaz

"esqueceram-se" de pôr um coraçãozinho com dois nomes do mesmo sexo...


(E nem venham com o argumento de a campanha ter sido promovida pela Comissão para a Igualdade de Género porque, em primeiro lugar, esse facto não conflitua com a razão desta campanha, que abrange tanto casais heterossexuais como homossexuais, e, em segundo lugar, o nome completo é "Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género" portanto se não entra na parte da igualdade de género, entra na parte da cidadania.)



Supostamente o site desta campanha era este mas quando tento aceder pedem-me senha. Não sei que se passa, portanto fica aqui outro.

Serão caseiro

À noite no sofá. Eu vejo televisão mas não dá nada de jeito e ela está com o portátil sobre as pernas a "viciar" num jogo qualquer.

- Amor, amor! Não! Beijinhos agora não! Olha que vou perder!

- Hum... Quero lá saber... Anda cá...

- Não, não! Espera! Espera!

- Deixa-me ver uma coisa. Que acontece se eu carregar nesta tecla?

- Não! Não faças isso!

- Muahahahaha!

- Devolve-me o rato!

- Ok... Aqui tens...

- Oh! Tira a mão da frente do ecrã! Olha que vou perdeeeeer!

- Muahahaha!


(Depois de 20 minutos a fazer de tudo para atrapalhar)

- Olha! Já viste o que está a dar na televisão?

- Amor! Tira o braço da frente! Não consigo ver! Olha que já vi relações a acabarem por coisas muito menos importantes do que isto!

- Tipo o quê?

- Olha, tipo infidelidades!!


lol lol lol


"Ossos do ofício"

Porque é que é perigoso estar a ler em público um Acórdão em que o Tribunal analisa de forma total e absolutamente pervertida uma relação lésbica e no final o meritíssimo ainda tece juízos de valor negativo sobre a questão?

Porque as mãos começam a transpirar, a respiração acelera e de tanto mexer no anel até se causa feridas no dedo.


Por vezes a minha mente viaja e imagino-me a levantar, subir para a mesa e gritar bem alto "INJUSTIÇA"!

Foda-se!

Cada vez mais próxima de um crime de homicídio privilegiado...



Por amor de deus alguém faça um
desenho, um mapa ou use qualquer outra forma para explicar à minha mãe que, quando se entra às 9.30h e se sai às 20h tendo apenas uma hora de intervalo para almoço,


não há paciência para, no final do dia, falar ou discutir qualquer tipo de questão relacionada com trabalho!!





Bolas!


"O armário"

- Olha, o Manuel Luís Goucha saiu do armário.

- Hã? Qual é a novidade? Ele não era já assumido?

- Pelos vistos não... Acho muito bem que estas pessoas se assumam. É pena que não haja mais pessoas conhecidas ou com relevância pública a assumirem a sua homossexualidade. Acho que esse é um passo fundamental.

- Concordo contigo. Quantos mais cá fora, melhor! E tem toda a relevância que sejam pessoas conhecidas ou importantes! Por exemplo: eu estou só à espera de chegar a Presidente do Supremo para sair do armário!

- Hahahahaha!


;P

Indecente...

... é ter um Código Civil de 2007 que já foi alterado 4 vezes!!


Puta que pariu a diarreia legislativa!


Adenda: E muito triste é passar uma tarde inteira a cortar e colar leis! Já disse que odeio Domingos?


Adenda 2 (1:35h): Ainda estar a cortar e colar leis a esta hora é simplesmente deprimente...

Adenda 3 (3:21h): Cortar e colar leis até esta hora é... demasiado ridículo (até devia ter vergonha de o escrever aqui). Odeios Domingos.

Acordar é sempre uma aventura (2)

O despertador não toca e apercebo-me que, depois de ter mandado repetir o toque 5 minutos mais tarde várias vezes, devo ter-me enganado e desligado o alarme.
Com voz arrastada pelo sono:

- Amooooor... Acoooooooordaaaaa... Sabes que horas são?

- Siiiiiiim... Eu ouvi o teu despertadoooooor...

- Mas nenhum despertador tocou agora... Eu desliguei sem querer. E o meu não tocou porque fiquei sem bateria. Foi o teu.

-Eu ouvi o teu despertador do carro.


Hã?!?

lol lol lol

Esta namorada agora decidiu presentear-me com uma destas todos os Domingos de manhã? ;p

Banco - o bicho papão

Anda por aqui a matutar há já algum tempo...

Se nas acções executivas o legislador consagrou limites de impenhorabilidade no art. 824.º do C.P.C. com vista a garantir que o devedor (que não cumpriu uma dada obrigação vencida e cujos bens e património vão ser penhorados) mantém para si um mínimo indispensável à sua sobrevivência (consagração esta que advém de imperativos relacionados com direitos fundamentais plasmados na C.R.P.), como é possível que seja admitido a um Banco operar uma compensação de um crédito sobre o seu cliente com uma conta de depósito à ordem desse mesmo cliente, conta essa que pode ser a sua conta-ordenado?

Os credores de um devedor estão limitados, o próprio Estado enquanto credor também está limitado (tudo para garantir que o devedor não fica "com uma mão à frente e outra atrás" e ainda mantém algum dinheirinho para comer qualquer coisa) mas o Banco pode agir livremente e sem qualquer limite indo muito além do que a ratio daquela norma do C.P.C. e a C.R.P. permitem?


Há coisas que eu não consigo mesmo entender...

(Infelizmente ainda não tive oportunidade de investigar se existe jurisprudência nesta área.)

Diz-me como falas, dir-te-ei quem és

«Às vezes dou por mim a pensar... Nós não podemos ser boas pessoas... A sério que não. Nós não podemos ser boas pessoas porque sabemos o significado de prescricional, interruptivo, propositura, prescribente, consuetudinário, dilucidar, caducidade, tipicidade, nemo plus iuris in alium transferre potest quam ipse habet, precipuamente, animus donandi, iuris tantum, exequendo, inter alia, erga omnes, declaratário, litisconsórcio, reconvencional, normas estradais, hetero-colocação em perigo, negócio usurário, superveniente, prolatar, ex vi e ainda por cima sabemos a distinção entre dolo eventual e negligência consciente. É claro que não podemos ser boas pessoas...»
Hoje neste blog faz-se silêncio e deseja-se boa sorte a tod@s os que têm de fazer aquela anormalidade de exame (you know what I'm talking about). Esperemos que pelo menos seja um exame justo e com poucos erros (a esperança é a última a morrer...).


E como eu não estou obrigada por nenhum dever de imparcialidade, neste espaço torce-se por uma Senhora Doutora em especial que eu sei que vai chegar lá e fazer um exame muito melhor que tod@s @s outr@s!!

Dá cabo deles!! ;)


Ah! E os amuletos da sorte são para os outros! Tu não precisas disso! :D

Dilema de "betinha"

Comprei uma camisa (não, não é nada butch. Mas e se fosse, algum problema? Ai, ai, ai...).
Tirei a etiqueta, usei-a e no final do dia apercebi-me que tinha um defeito numa das mangas (uma coisinha de nada mas eu sou tótil "piquínhas" com as coisas que compro).

Peguei no talão de compra e dirigi-me à loja. Entrei e expliquei o sucedido a um empregado que já vou conhecendo (sim, sou do género de fazer compras quase sempre no mesmo sítio...tenho pouca paciência para andar de loja em loja à procura de roupa por isso vou sempre às mesmas), empregado esse que imediatamente foi buscar outra camisa para me dar e disse que o colega dele trataria do assunto.
O colega perguntou-me se a tinha usado. Eu disse que sim. Ele começou a dizer que sendo assim não podia trocar ao que lhe respondi que se tivesse simplesmente chegado a casa e guardado a camisa no armário nunca teria detectado o defeito... (dããããã...)
Foi aí que ele disse:

- Sendo já usada nós não podemos trocar porque não podemos agora pô-la à venda novamente.

Ora bem, se eu estou a querer tocar por ter um defeito, tem alguma lógica que a camisa seja posta novamente à venda??

Entregou-me outra camisa e logo ali à minha frente eu vi-o a colocar na camisa que tinha acabado de devolver, que tinha defeito, que eu tinha usado e que não tinha lavado um daqueles dispositivos de plástico que tem a roupa que está à venda!

Se calhar ainda sou muito ingénua (ou snob), mas se uma situação destas se passasse na Zara ou uma loja desse género eu não ficaria tão chocada. Mas não era o caso!!
E agora onde é que vou fazer as minhas compras?

"Gap" geracional

A grande vantagem de ter uma namorada mais velha um ou dois (ou três ou quatro ou... ;p) anos e que é infinitamente mais culta que eu é que tenho a oportunidade de descobrir que a Jennifer Beals...

ok, vamos fazer uma breve pausa para admirar...


dizia eu, que a Jennifer Beals não "nasceu" no Lword e que aquelas imagens de um filme com uma miúda a dançar à frente de um júri correspondiam ao filme "Flashdance" com a actriz em causa.




Aparentemente, depois deste filme dizia-se que a carreira dela ia "saltar" mas não foi esse o sucedido. Como já tod@s sabem, esta actriz teve o enorme azar de acabar como personagem lésbica na série Lword.

Azar por acabar a fazer de lésbica? Nããããooo... (essa foi provavelmente a maior sorte da vida dela :p)
O azar foi calhar-lhe a "pãozinho sem sal" da Tina e a nada interessante artista surda-muda.
É que em 5 séries ela só se safou lá com a carpinteira (era carpinteira não era?) e com uma cena entre ela e a Alice na ópera a fazer malandrices!!
Todas as outras actrizes tiveram a sorte de andar a "córtir" com actrizes assim mais, como hei-de dizer, "BOAS" e a Jennifer Beals acabou por ser a mais prejudicada.
Coitadinha da moça... Podia ter tido uma carreira tão "brilhante"... :p

As relações e essas coisas

Em conversa com a minha namorada descobri que temos entendimentos opostos em relação ao que é ou não é permitido fazer quando duas pessoas se amam.

A melhor maneira de explicar a discussão (calma, mas discussão no melhor sentido da coisa! Apenas uma troca de ideias sem gritos nem pratos pelo ar) é através de um exemplo:

imaginem que amam uma pessoa e que com ela têm uma vida em comum. Imaginem agora que essa pessoa tinha um problema qualquer como um hábito, vício ou uma dependência que a prejudicava (por exemplo, que era alcoólica). A minha questão é: até onde o amor justifica que interfiram na liberdade dessa pessoa?

Não, não se passou nada sequer semelhante lá por casa. ;p

Mas a discussão surgiu e eu entendo que quando se ama alguém não é possível ficar parado enquanto se vê a pessoa que se ama a dar cabo de si e o amor legitima qualquer intervenção mesmo contra a vontade da própria (por exemplo, chegar mesmo a arrancar-lhe uma garrafa da mão). Quem adopte uma posição passiva é porque não ama de facto.

Por outro lado, a minha namorada acha que o amor não é justificação para limitação da liberdade ou imposição de condutas a outrém. Assim, no exemplo utilizado, não é o facto de amar a pessoa que se destrói que dá direito a que se interfira ou se limite as suas escolhas conscientes e livres. E se não se é capaz de ficar a assistir à outra pessoa a exercer a sua liberdade de um modo que julgamos negativo apenas resta a hipótese de afastamento.

Reconheço que a minha namorada também tem alguma razão...

Mas qual é a opinião de quem passa por aqui?

De 0 a -1

Ontem, pela primeira vez, fiz algo que nunca julguei vir a fazer: entrei num espaço onde pretendia beber um copo e saí por nesse espaço se encontrar alguém com quem não pretendo cruzar-me nunca mais.

Se me dissessem há uns tempos atrás que faria algo assim, diria que estavam doidos. Nunca tive nenhum problema com ninguém, nunca me chateei com ninguém (nem mesmo na escola naquela fase da pré-adolescência em que as raparigas passavam a vida a zangar-se umas com as outras), nunca sequer me zanguei ou discuti com quem quer que fosse (acho que o meu irmão e os meus pais não contam :p).
Como sou bastante pacífica, gosto é que me deixem em paz.
Só isso. Quase poderia afirmar que o meu dia-a-dia é orientado por esse princípio.
E tive a sorte de até esta idade nunca ter tido ninguém a chatear-me (não sei se foi sorte ou foi recompensa por também nunca ter chateado nem me ter metido na vida de outrém).

Dizia eu, se me dissessem há um mês atrás que eu faria algo assim, diria que estavam doidos e que não me conheciam.
Contudo, isso aconteceu. E não foi nada forçado, não foi sequer reflectido. Foi a mais pura das reacções espontâneas.

Existe neste momento uma pessoa que não quero ver, com quem não quero falar e agradeço até que não me recordem que a conheço.
Porquê? Porque a pessoa em causa me insultou e insultou a minha namorada.
Porquê? Simplesmente porque é adepta de uma mundividência na qual "os outros" são responsáveis pelos seus problemas (típico... todos sabem que é muito mais fácil culpar terceiros quando não estamos bem. Mas ir buscar terceiros que são mesmo absolutamente alheios a tudo... é rebuscado...).

Se estou a fazer-me de vítima? Não preciso. "Segurar touros pelos cornos" é a minha especialidade.

Mas tenho muito bem estabelecidos os meus limites. Há linhas, fronteiras na minha vida que não admito que atravessem.
Além disso, tenho muito pouca paciência para exageros, dramas irracionais e autênticas novelas mexicanas.
Por esta razão não dou azo a quem me provoca nesse sentido. Aparentemente, a minha mensagem silenciosa não foi suficientemente clara.

Sempre me disseram, "não se ama alguém que não ouve a mesma canção".
Eu sabia que tinham razão mas achava que não seria totalmente verdade.
Descobri não só que é totalmente verdade como também que quem arrisca e vai a concertos de música que não é a sua habilita-se a ser perseguido pelo "matraquear" desse som muito além do razoável (ou admissível).

Tenho uma paciência que estica até onde a maioria não chega. Mas não é ilimitada. O limite está no respeito. E se há certas quebras que posso eventualmente perdoar a quem me é próximo, não haja a menor dúvida que não admito uma única quebra a quem nada me diz.

Nunca risquei ninguém da lista de pessoas que me rodeiam. É no mínimo curioso que a primeira vez que o faça seja com alguém que já nem está na minha vida.

Como me sinto?
Imaginem estarem tranquilos em casa, com tudo a correr bem tanto amorosa como profissionalmente e de repente aparecer alguém que está já excluído da vossa vida há algum tempo e que num dia se declara, no dia seguinte insulta a pessoa que amam, no outro dia insulta-vos directamente e finalmente vem pedir contas, tudo isto sem nunca lhe terem dado qualquer tipo de resposta.

Eu disse "curioso"? Perdoem-me. Queria dizer ridículo!

Pelo exposto, sim, eu entrei num espaço onde pretendia beber um copo e saí por nesse espaço se encontrar alguém com quem não pretendo cruzar-me nunca mais.
Estou numa fase da vida em que não posso dar-me ao luxo de perder tempo com inutilidades e não posso incomodar-me (ainda que quisesse).
Como não sou de "falsas cerimónias", "sorrisos amarelos" e não possuo a capacidade de ser dissimulada, opto por evitar situações em que possa vir a ser desagradável (ainda que da outra parte não tenha nunca havido qualquer tipo de cuidado semelhante).

Posto isto, inaugura-se uma nova escala de pessoas na minha vida: a partir de agora não existem apenas as pessoas "+1" ou as pessoas "0", existem também as pessoas "-1".





Apenas para que não pairem dúvidas:
.Será este post uma indirecta?
Dificilmente seria mais directa do que isto.
.Será este post um recado?
Não cometam a imprudência de confundir desabafo com carta aberta.

Acordar é sempre uma aventura

O despertador toca. Sinto os braços que me envolvem. Ela desperta e ainda com a voz arrastada pelo sono:

«Amooooooooor... Desliga a televisão...»


lol lol lol

Nada melhor para começar o dia do que a namorada a fazer-nos rir.


(Nota: por razões políticas relacionadas com a taxa de natalidade nacional somos já há algum tempo adeptas da teoria de que nunca se deve ter televisão no quarto ;p)

A propósito dos MMS gratuitos

«Lolol..inda n parei d rir! Ta mt boa! Imagino s teu blogue tivess fotos..era o delirio!!»


Ora aí está algo que tenho de começar a ponderar... Isto por aqui está muito monótono só com textos...

Depressão domingueira

Domingo...

Domingo...

Domingo...

Domingo...

Domingo...

Domingo...

Domingo...

Domingo...

Domingo...

Domingo...

Domingo...

Domingo...



Vá lá que pelo menos hoje esteve sol...


(E está já empiricamente comprovado: não consigo sair à noite e descontrair. Sinto todo o meu corpo preso pelas cordas do peso na consciência por não estar a estudar...)